Aluna de colégio militar que morreu em Goiás é homenageada por colegas: 'Sua partida deixa um vazio imenso'
27/06/2026
(Foto: Reprodução) Estudante de colégio militar morre aos 17 anos
A aluna de um colégio militar em Palmeiras de Goiás, região oeste de Goiás, que morreu vítima de lúpus, uma doença autoimune, recebeu uma homenagem dos colegas de turma. Nas redes sociais, alunos que cursavam o terceiro ano do ensino médio com Sulamita Ferreira, de 17 anos, publicaram um texto lamentando sua partida.
“Ainda é difícil acreditar que você se foi. Sua partida deixa um vazio imenso, não só na nossa sala, mas no coração de cada pessoa que teve o privilégio de crescer com você ao lado”, diz o comunicado.
Sulamita foi descrita pelos colegas como uma pessoa especial e “dona de um jeito único”. A jovem morreu nesta quinta-feira (25).
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Estudante de colégio militar morreu aos 17 anos em decorrência da doença de lúpus, em Goiás
Arquivo pessoal/Angelita Lopes
Em um vídeo publicado no perfil da turma, os alunos prestaram uma última continência e soltaram balões brancos em homenagem à Sulamita.
“Obrigado, estrelinha, por todos os anos que compartilhamos em sala de aula e por sempre honrar o Colégio Militar. Hoje, seremos nós que vamos te honrar”, escreveram no vídeo.
Nos comentários das homenagens publicadas pela turma, os alunos continuaram lamentando a morte da jovem e desejando forças à família de Sulamita.
"Descansa em paz, princesa! Nós te amamos muito, nossa turma está incompleta sem você", escreveu uma colega de sala.
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Amada por todos
Ao g1, um familiar disse que a menina era muito amada por todos e tinha um coração imenso. “Trabalhadora. Com ela, não tinha tempo ruim!”, disse. O Colégio Militar de Palmeiras de Goiás publicou uma nota lamentando o falecimento de Sulamita, que se formaria neste ano.
“Sua partida deixa um vazio em nossa comunidade escolar e sua lembrança permanecerá viva na memória de todos”, diz a nota.
De acordo com Angelita Lopes, mãe de Sulamita, a menina estava internada em um hospital em Ceres, a cerca de 215 km de Palmeiras de Goiás. Segundo ela, o velório da menina foi marcado por músicas de louvor a Deus e por orações.
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